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Caso Bárbara Pena: Aberto credenciamento de imprensa para acompanhar júri

Caso Bárbara Pena: Aberto credenciamento de imprensa para acompanhar júriA 3ª Vara do Júri do Foro Central de Porto Alegre realizará no dia 3/9, a partir das 9h30min, o julgamento popular de João Guatimozin Moojen Neto, acusado pela tentativa de matar a ex-parceira, Bárbara Penna de Moraes Souza, pela morte dos dois filhos dela - um em comum -, de três meses e dois anos, e de um homem, de 79 anos.A expectativa é que a sessão do júri, a ser presidida pelo Juiz de Direito Paulo Augusto Oliveira Irion, se estenda pelo dia seguinte, 4. São esperadas ser ouvidas, além de Bárbara e o réu, sete testemunhas convocadas pela defesa. Os veículos de comunicação interessados em cobrir no local devem se cadastrar, seguindo as instruções abaixo.Serão reservados 10 lugares para a imprensa, por ordem cronológica de inscrição.Os fatosO episódio que origina a acusação aconteceu na noite de 7/11/13, no Bairro Lindóia, em Porto Alegre. Conforme a denúncia do Ministério Público, Moojen Neto, utilizando álcool, ateou fogo ao apartamento e à mulher e, depois, a jogou pela janela do apartamento do prédio na Avenida Panamericana. A razão para o ataque seria a inconformidade do homem com o fim do relacionamento e sentimento de posse.Na sequência, o fogo e a fumaça, alastrando-se pelo imóvel, provocaram a morte das duas crianças, que adormeciam. A terceira vítima fatal foi um vizinho. O idoso, na intenção de acudir, desfaleceu nas escadas, a caminho do apartamento em chamas.AcusaçãoApós a sentença de pronúncia e recursos, Moojen Neto responderá por: um homicídio qualificado tentado e três homicídios qualificados consumados, com as mesmas qualificadoras. São agravantes, ainda, o crime praticado contra a mulher, contra pessoas menores de 14 anos e maior de 60 anos.O júriNos júris populares, sete jurados , escolhidos em sorteio prévio, decidem pela culpa ou inocência do réu. Em caso de condenação, cabe ao Juiz estipular o tempo e as condições da pena.O julgamento inicia-se com o eventual depoimento de testemunhas, seguido do interrogatório do réu. Depois, na fase de debates, acusação e defesa, nessa ordem, têm hora e meia para apresentar argumentos. Caso desejem, podem dispor cada um de mais uma hora de réplica e tréplica.Credenciamento de imprensaEXPEDIENTETexto: Márcio DaudtAssessora-Coordenadora de Imprensa: Adriana Arendimprensa@tjrs.jus.br Publicação em Thu Aug 22 16:55:00 BRT 2019 Esta notícia foi acessada: 115 vezes.
22/08/2019 (00:00)
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